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A memória vai falhar. As nossas lembranças são sempre uma reconstrução meio falsa de um momento que já passou. Uma imagem guarda um fragmento de vida antes que o tempo o modifique.
Cada pessoa carrega o seu próprio mundo, a sua maneira de enxergar a vida. Quando filmo ou fotografo, não estou só fazendo imagens: tento transmitir esse mundo, o que se passa dentro da pessoa naquele instante.
Sabendo que a gente nunca entra por completo no mundo do outro. A imagem é uma tentativa de ponte entre nossos mundos.



O meu olhar vai além da técnica. Filmo e fotografo com intenção, atrás do que cada momento carrega de verdade. A beleza aparece nas expressões espontâneas, nos corpos em movimento, nos estados reais.


Os laços são o que eu mais gosto de fotografar. Fico perto e espero o que passa entre as pessoas, nos gestos que ninguém combinou e nos detalhes que a gente nem sempre nota.
O meu olhar vai além da técnica. Filmo e fotografo com intenção, atrás do que cada momento carrega de verdade. A beleza aparece nas expressões espontâneas, nos corpos em movimento, nos estados reais.
Os laços são o que eu mais gosto de fotografar. Fico perto e espero o que passa entre as pessoas, nos gestos que ninguém combinou e nos detalhes que a gente nem sempre nota.



Desde sempre gosto de observar o que não se percebe de primeira. Antes da imagem, meu ofício era interpretar em língua de sinais: criar uma ponte entre as pessoas, perceber os implícitos, o que a gente diz sem falar.
Mesmo ali eu procuro vida: uma presença, um movimento, alguém que faz o espaço respirar.
Pra isso existe um método à parte, o Método Regard.